Este foi meu primeiro texto escrito para um Blog, escrevi no meu antigo Blog "Eu, tú, eles e nós".
Estou transferindo alguns textos para cá e vou excluir o Blog antigo, vejamos...
02/06/2005
Abre Alas!
Boa noite!
Estou muito nervosa e um pouco tímida ainda... este é meu primeiro post! O Carro Abre Alas!
Para começar vou postar um texto que escrevi para amigas muito especiais!
Para minhas amigas Feiticeiras, um beijo no coração!
Um Dia nas Brumas de Avalon
Foi meio de repente, quando percebi já havia sido tomada pelas brumas. Não sei como aconteceu, mas sei o que representava... alguém havia nos chamado. Tinha certeza que não era apenas eu que recebi a visão!!
Corri para Avalon, pois sabia que era o certo a fazer, sabia que todas estavam fazendo a mesma coisa, sabia que alguém precisava que todas nós estivéssemos juntas!
Quando cheguei a beira do lago, encontrei com outra de nós, nos abraçamos e percebemos, com o toque, que estávamos apreensivas, pois sabíamos que algo importante aconteceria! Não foi preciso chamar a barca ela já estava a nossa espera!
Ao pisar em terra novamente, fomos guiadas por extinto ao lugar do encontro, ao chegar vimos todas dispostas em circulo, ao redor de Kem havia nos chamado. Não foi preciso que dissessem nenhuma palavra... quando nossos olhos se cruzaram, sabíamos quanto era importante que estivéssemos reunidas ali naquele instante.
Ficamos todas sentadas em silêncio quando aKela começou a falar. E suas palavras foram tão doces, tão cheias de sentimentos que não interrompemos nenhum minuto, nos calamos e ouvimos.
Nos ouvidos, a receptividade de amigos fiéis,
Na boca, o silêncio do respeito por quem se admira,
Nos olhos, as lágrimas de quem não pode ver o outro sofrer,
No coração, o amor que não se abala quando é verdadeiro!
Ouvimos toda a história, sentimos juntas todas as dores, e até rimos em algumas partes, sentimos admiração em outras. A história se findou e com ela todas as dores de um passado sombrio.
Logo que a boca daKela se fechou, sentimos que seu coração também se fechou para sempre naquele momento. E que quando voltou a se abrir minutos depois, foi renascido como a Fênix das cinzas! Modificado, restaurado, mais iluminado, como nunca havia sido antes!!!!
Nos levantamos, nos abraçamos, choramos por todos os sentimentos que fluíram deste encontro! E ficamos felizes, muito felizes!!!! E quando já íamos embora, Lancelot aparece, invade nossa privacidade de feiticeiras, mas com toda categoria de cavaleiro que é! Nós o perdoamos antes que ele saltasse do cavalo!!
E depois foram aparecendo mais pessoas, que sentiram de longe a alegria que tomou conta de nossos corações. Todas as pessoas que amamos apareceram, todos os nossos amados e amantes!
Eles vieram, porque o amor que sentíamos nos nossos corações era tão imenso, que se expandiu e se espalhou, por todos corações que de alguma forma estão ligados aos nossos!
Havia uma pessoa especial ali nos observando, nós o vimos de longe, ele olhava tudo sorridente, sabia que aquilo de alguma forma acontecia por sua causa!...
Escrito por Vanessa Dias às 21h03
"Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor, apenas respeitadas, como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos."
terça-feira, 19 de julho de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Cine Belas Artes em São Paulo vai fechar realmente...
ATÉ BREVE BELAS ARTES
Perdemos. Mas foi uma derrota digna, batalhada até o último momento, vencida apenas no último instante. Vai fechar mesmo o cinema Belas Artes da Consolação, já que a arte sempre perde para o poder econômico, como demonstra tão bem o documentário Trabalho Interno.
São mesmo os donos do dinheiro, os grandes bancos e corporações que controlam tudo e mandam na gente. E só de vez em quando nos permitem um respiro de cultura. Mas como mera concessão.
A gente sempre reclama no Brasil que somos todos muito acomodados, não gostamos de reclamar, não somos de fazer passeata, manifesto, ficamos calados com a corrupção em altos postos e reclamamos no máximo no Procon contra a Telefônica, porque aí também o abuso é absurdo!
Considerando que somos tão apáticos e preguiçosos, temos que admitir que o movimento para salvar o Cine Belas Artes foi bem sucedido. Mesmo perdendo, ele conseguiu prolongar a vida do cinema e demonstrar um poder de aglutinação entre uma classe difícil (que são os intelectuais, sem aspas, os admiradores e fãs de cinema, que não são organizados nem necessariamente ligados a qualquer movimento, a não ser sua própria paixão pelo cinema e a arte).
Mesmo fechando, há a chance de ser recriado em outro endereço, talvez melhor aparelhado e sem aquelas escadarias que me levavam a loucura! Imagino que ainda como cinema de rua e com melhor possibilidade de estacionamento.
Claro que eu sou da geração 68 e confesso agora que sempre tive o sonho de ir para as ruas de Paris participar de maio e o protesto das ruas. Era jovem demais para isso, mas sempre achei impressionante ver os cineastas se dependurarem nas cortinas do antigo Palácio dos Festivais de Cannes e interromperem o Festival, aceitando as consequências desse ato que poderia ser considerado revolucionário ou anárquico.
Não é preciso tanto. Não sei se isso acontece com todo mundo, mas para mim as salas de cinema da minha infância ainda em Santos me perseguem nos sonhos. Retorno sempre lá, reproduzindo a cores aquilo tudo que vivi. Principalmente o primeiro que eu fui se chamava Cine Atlântico e ficava exatamente na Praça Independência, onde tinha a linha final do bonde (eu pegava o número dez porque morava na Alexandre Herculano).
Enfim, o cinema era bem antigo e hoje foi substituído por um prédio feio e banal (ao menos com uma boa livraria, a Martins Fontes). Um detalhe estranho: ele era arredondado tinha uma porta que se abria justamente para a avenida e a pior coisa: um porteiro baixinho que barrava a entrada da gente em filmes de 18 anos! Tinha como quase todos uma galeria (não se usava o nome pullman ainda) e era relativamente pequeno. Como todos eles, tinha um gongo que anunciava o começo da sessão, como um sonar de relógio. E as cortinas- que faltam fazem as cortinas nas salas de hoje – e a ausência delas tira toda solenidade, todo clima, que na época era acentuado por alguma trilha musical e principalmente a luz em resistência que ia escurecendo lentamente.
Sempre disse que as sessões de cinema eram a minha missa, onde eu professava todo domingo a tarde (o bom do interior é que se pode fazer tudo a pé ou com um simples e seguro bonde, ao menos era!).Essa impressão de pompa e circunstância e não de banalidade é coisa da minha geração e da seguinte. Hoje o cinema se esfacelou, mas se multiplicou, hoje é uma coisa trivial que você vê em celular ou em tudo que é parte, talvez ainda mais mágico por causa disso.
Mas somos nós, para quem o cinema tem outra dimensão que uma luta por uma sala de cinema que se recusa a fechar é tão importante. É como destruir nossa catedral de muitos sonhos e lembranças. Lembro-me que estudante eu vinha de Santos para São Paulo, para ver pela primeira vez a Cidadão Kane e logo depois para conhecer o Belas Artes, quando ele foi dirigido pela Sociedade Amigos da Cinemateca.
Havia pré-estreias de filmes nacionais e finalmente eu pude assistir parte do célebre acervo da Cinemateca. Foi naquele subsolo, numa sala pequenina, que eu assisti toda a retrospectiva dos filmes da Vera Cruz (de que por sinal gostei muito) e muitos clássicos do cinema.
Cheguei mesmo a fazer ponto para conversar e tomar café, nos bares em volta do cinema. Principalmente quando foi reformado e dividido em seis salas e ganhou o prestígio de ser a sede da distribuidora e produtora francesa Gaumont o Brasil. Fui muito amigo do Jean Gabriel Albicocco, cineasta francês apaixonado pelo Brasil e que foi mentor dessa ação, transformando o Cine Belas Arte numa sala a moda francesa e apresentou aqui durante os anos 80, o que de melhor a Europa produzia. Foi graças a ele, inclusive, que trouxemos a Catherine Deneuve para uma pequena retrospectiva numa das salas (ela veio discreta, elegante e profissional, claro que bela como sempre).
Nos últimos anos, quando me mudei para Cotia, passei a frequentar menos o Belas Artes, mas sempre de olho no lugar, até porque ele foi comandando por duas pessoas que eu admiro muito, ambos cineastas, homens inteligentes, que são o André Sturm (que tem a distribuidora Pandora) e o Fernando Meirelles (da O2, que acabou de ser indicada ao Oscar de Melhor Documentário). E testemunhei a luta que sempre tiveram para manter aberto o cinema, mesmo enfrentando prejuízos.
Não importa a derrota, pois foi uma bela luta e nunca em vão. Felizmente o cinema tem isso, não morre, apenas se transforma. A semente do Belas Artes irá germinar em outra parte, mais forte do que nunca. Tenho certeza.
Este texto me lembrou...
O ausente em nossas vidas
Saudade. Esperança. Rancor. Medo. O que esses sentimentos têm em comum?
Todos dizem respeito não a coisas que estão presentes, mas ao ausente. Sinto saudade de alguém que está fora do meu campo de visão, mas dentro do meu peito. Tenho esperança de que algo ocorra. Tenho rancor de algo que já foi. Temo o que ainda não ocorreu.
Liliane Prata por ela mesma: Colunista da Capricho. Estudante de filosofia. Tentando viver de direitos autorais. Degustadora de chocolate nas horas vagas.
Saudade. Esperança. Rancor. Medo. O que esses sentimentos têm em comum?
Todos dizem respeito não a coisas que estão presentes, mas ao ausente. Sinto saudade de alguém que está fora do meu campo de visão, mas dentro do meu peito. Tenho esperança de que algo ocorra. Tenho rancor de algo que já foi. Temo o que ainda não ocorreu.
Não nos relacionamos apenas com o presente; não é apenas o que está diante dos nossos olhos que tem o poder de nos afetar. Somos seres que vivem conscientemente: temos um passado, criamos expectativas em relação ao futuro e enfeitamos nosso presente com sentimentos e sensações que não se dirigem ao imediatamente palpável. Procuramos o livro que não está aqui, esperamos ansiosos a sessão de cinema que ainda não começou, pensamos na consulta que ainda não aconteceu, tentamos escrever um texto que ainda não existe, lembramos do que comemos no dia anterior, desejamos estar em outro espaço e outro tempo. São tempos vazios, espaços vazios: não estão conosco agora.
Escrito por Liliane Prata às 21h35 em http://algodomundo.zip.net/ - VISITEM!!!!!!!
Liliane Prata por ela mesma: Colunista da Capricho. Estudante de filosofia. Tentando viver de direitos autorais. Degustadora de chocolate nas horas vagas.
terça-feira, 15 de março de 2011
Hora do Planeta - Participem!!
O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.
Quando?
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.
Onde?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.
Visite o site: http://www.horadoplaneta.org.br e veja as principais notícias sobre o evento e como participar ativamente fazendo download do material de mobilização e ajudando o WWF-Brasil a disseminar essa causa, estão disponíveis material promocional, anúncio para mídia impressa, rádios, computador e para empresas e cidadãos. Espalhe a mensagem da Hora do Planeta 2011 e faça voc~e também a diferença!!!
quarta-feira, 9 de março de 2011
Sertanejo Raiz
Encontramos um CD antigo de música setaneja raiz, chama-se "Som Brasil", descobri 5 coisas ouvindo o mesmo...
1º – Música setaneja raiz cantada por “certas” vozes me irrita profundamente;
2º – Músicas raiz cantada por vozes como as de Adauto Santos e Milton Nascimento chegam a me arrepiar de tão bonitas;
3º – As Palomas me influenciaram de verdade! Sei de cor, a maior parte, da maioria das principais músicas sertanejas raiz do Brasil;
4º – Neste estilo tenho duas músicas preferidas: Luar do Sertão e Triste Berrante;
5º – Eu gosto de música sertaneja raiz SIM! De acordo com as especificações acima descritas...
Adauto Santos - Triste Berrante
Milton Nascimento - Luar do Sertão
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Dica de Livros: Livros de bolso L&PM
Baseado num projeto moderno executado dos moldes das grandes coleções européias, a Coleção L&PM Pocket (livros de bolso) foi construída em cima de 4 pilares fundamentais: textos integrais, alta qualidade editorial e industrial, preços baixos e distribuição ”total”, atingindo todo o Brasil.
A Coleção L&PM Pocket é sobretudo um projeto cultural democrático e auto-sustentado. São milhares de leitores que buscam na coleção o melhor livro pelo menor preço. A coleção POCKET respeita o leitor na medida em que todas as decisões editoriais e industriais visam a qualidade e a diversidade de temas. Os livros são produzidos com o melhor papel do mercado e todos têm acabamento costurado, capa em papel cartão e plastificação fosca. Ou seja, só muda o formato, o acabamento é igual aos livros tradicionais que custam mais do que o dobro dos Pockets.
O catálago da coleção POCKET possui inúmeros autores nacionais e estrangeiros. Entre os brasileiros encontramos grandes autores como Lygia Fagundes Telles, Affonso Romano de Sant’Anna, Mario Prata, entre outros. Entre os autores internacionais modernos Agatha Christie, Pablo Neruda, Virginia Woolf, Carlos Fuentes, Norman Mailer e muito outros. No setor dos clássicos foram lançados todos os principais clássicos brasileiros e traduzimos ou retraduzimos importantes autores internacionais como Dostoiévski, Dante Alighieri, Cervantes, Conan Doyle, Edgar Allan Poe, William Shakespeare, Alexandre Dumas, Oscar Wilde, Rimbaud e muitos outros.
Em 2007 a editora L&PM comemorou o expressivo número de 8 milhões de livros de bolso vendidos via uma rede de distribuição extremamente complexa que alcança todos os cantos do país, do Chuí a Manaus. São mais de 700 títulos que obedecem a cuidadosos critérios técnicos e editoriais. Na Coleção L&PM Pocket o leitor encontra sempre um livro para o seu gosto.
Líder de mercado, a MAIOR COLEÇÃO DE LIVROS DE BOLSO DO BRASIL não pára de inventar, além de colocar cerca de 10 novidades por mês no mercado, a coleção está sempre criando novas séries. São séries como a L&PM POCKET PLUS com grandes textos clássicos e modernos ao preço fixo de R$ 8,00; a edição da colossal “Comédia Humana” de Honoré de Balzac, um projeto que envolve dezenas de títulos em novas traduções realizadas por alguns dos maiores profissionais em atividade no Brasil; a série de biografias de grandes personalidades de todas as épocas, num projeto magnífico adquirido junto a tradicionalíssima editora francesa Gallimard; a obra completa de Fernando Pessoa; todo o Shakespeare em novas traduções; a edição de grandes clássicos policiais como Georges Simenon e Agatha Christie numa parceria com a tradicional editora Nova Fronteira. Enfim, a Coleção L&PM Pocket cresceu tanto que hoje é a principal divisão dentro da L&PM Editores que continua atuando dentro do mercado dos livros tradicionais.
Para conhecer mais sobre a L&PM, sobre suas coleções e comprar livros, visitem:
Site: www.lpm.com.br
Blog: www.lpm.com.br/blog
Twitter: @LePM_Editores
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Vejam as principais estreias do cinema para o mês de Fevereiro!
Cisne Negro
O que é: Obcecada com perfeição, uma jovem bailarina (Natalie Portman) torna-se a principal solista de sua companhia para uma nova produção de Lago dos Cisnes. Direção de Darren Arnofsky.
O que se diz: Ame-o ou deixe-o. Extremo e visualmente belo e desafiador, o novo filme de Aronofsky provoca os sentidos. Natalie Portman, Globo de Ouro de melhor atriz/drama, é a favorita para o Oscar.
Previsão de estreia: 4 de fevereiro.
O Vencedor
O que é: Um ex-lutador viciado em drogas (Christian Bale) treina seu irmão (Mark Wahlberg) para ser um campeão. Baseado em fatos reais.
O que se diz: a reabilitação do diretor David º Russell está encantado as plateias norte-americanas. Bale ganhou o Globo de Ouro e o SAG como melhor coadjuvante.
Previsão de estreia: 4 de fevereiro
Malu de Bicicleta
O que é: Luis é um paulista conquistador que terá seu coração arrebatado pela ciclista carioca Malu.
O que se diz: O roteiro é baseado no romance de Marcelo Rubens Paiva. Os atores Marcelo Serrado e Fernanda Freitas foram premiados pelo filme no último Festival de Paulínia
Previsão de estreia: 4 de fevereiro.
O Discurso do Rei
O que é: O principe Alberto (Colin Firth) da família real britanica, sofre de gagueira, agravada pela súbita ascensão ao trono quando seu irmão é um fonaudiólogo 9Geoffrey Rush) de métodos pouco artodoxos.
O que se diz: Um dos favoritos da temporada de prêmios, com indicação ao Oscar e prêmio do Globo de Ouro para Colin Forth como melhor ator/drama.
Previsão de estréia: 11 de fevereiro.
Bravura Indômita
O que é: Durante a conquista do oeste, uma menina (Hailee Steinfeld) contrata um xerife em fim de carreira, caolho e alcoólatra (Jeff Bridges) para capturar o assassino (Josh Brolin) de sea pai.
O que se diz: Os irmãos Coen voltam ao livro de Charles Portis que inspirou o fime de 1968 (que deu um Oscar a John Wayne) e fazem seu maior sucesso de bilheteria.
Previsão de estreia: 11 de fevereiro.
Qualquer Gato Vira-Lata
O que é: Um professor aconselha Tati a mudar de comportamento e reconquistar seu namorado, mas o estudioso acaba apaixonado por ela.
O que se diz: o par romântico é vivido por Malvino Salvador e Cléo Pires na adaptação da peça de teatro escrita por Juca de Oliveira.
Previsão de estreia: 11 de fevereiro
Caminho da Liberdade
O que é: Durante a Segunda Guerra Mundial, um grupo de prisioneiros de um gulag na Sibéria foge e atravessa a Ásia a pé até se refugiar na índia. Direção de Peter Weir, com Colin Farrell, Ed Harris, Saoirse Ronan.
O que se diz: Paisagens majestosas e sólido elenco num épico baseado em fatos reais.
Previsão de estreia: 11 de fevereiro.
Burlesque
O que é: Cher é a dona e Christina Aguilera é a aspirante a dançarina de um clube ameaçado pela especulação imobiliária, em Los Angeles.
O que se diz: Para os fãs das duas, um acontecimento. Globo de ouro de melhor canção.
Previsão de estreia: 11 de fevereiro.
Besouro Verde
O que é: Versão tela grande do seriado que começou no rádio norte americano dos naos 40, sobre um paladino da justiça (Seth Rogen) seu astuto motorista assistente (Jay Chou) e o carro incrementado.
O que se diz: Depois de mais de uma década no inferno do desenvolvimento, a ousadia visual do diretor Michel Gondry e um roteiro simpático de Seth Rogen conseguiram dar vida nova ao velho herói.
Previsão de estreia: 18 de fevereiro.
Bruna Surfistinha – O Doce Veneno do Escorpião
O que é: Uma garota de classe média que decide se prostituir para ganhar dinheiro.
O que se diz: Depois do grande sucesso na internet, livrarias e programas de televisão, a expectativas é que o fenômeno Bruna Surfistinha (na pele de Deborah Secco) tenha bons resultados de bilheteria.
Previsão de estreia: 25 de fevereiro.
Jogo do Poder
O que é: Em busca de um pretexto para invadir o Iraque, administração Bushmanda um ex-diplomata (sean Penn) para a África atrás do urãnio que Saddam Hussein teria comprado. Quando ele nada encontra, a represália cai sobre sua mulher (Naomi Watts) uma agente da CIA.
O que se diz: Doug Liman ('A Identidade de Bourne”)inspira-se em fatos reais para contar o avesso da crise pós 11 de setembro.
Previsão de estreia: 25 de fevereiro.
Fonte: UOL Cinema - http://cinema.uol.com.br/
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